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PARQUE SANFONA
São Paulo, BR. 2011-2014

Uma área de risco que foi desocupada e reocupada várias vezes. Um terreno íngreme com 40 metros de desnível que pode configurar um eixo de conexão longitudinal, de relação com o bairro existente, e transversal, de relação com os moradores do Grotão. O lugar torna-se um novo parque de conexão urbana adaptada que reforça o fluxo cruzado dos moradores, até a nova estação de metrô. A ligação longitudinal constitui a transição entre o bairro e o espaço público da vizinhança.
O novo espaço público é destinado ao parque, mas ao mesmo tempo é uma praça pública. As ruas e vielas fazem parte do relacionamento intervencional. A intenção é recuperar o espaço urbano a partir da escala humana daquele que pega sua cadeira e coloca-se à frente de sua casa para tomar um ar fresco e socializar-se. Uma sequência de rampas com declividade de 6% consolida o acesso aos níveis mais elevados, enquanto que essas relações vão costurando o tecido existente do bairro adaptando-se à sua forma. Desta sequência de rampas surge a idéia do nome Parque Sanfona.

Cliente
Prefeitura Municipal de São Paulo-SP

Área
1,5 ha

Associados
LIBESKIND+LLOVET Arquitetos
Jansana, de la Villa, de Paauw Arquitectes

Equipe
Autores: Claudio Libeskind, Sandra Llovet, Robert de Paauw, Imma Jansana, Conchita de la Villa, Toni Abelló. Colaboradores: Guilherme Filocomo, Luana M Pereira, Maria Fernanda Arias Godoy, Carme Machí, Adriano Soares